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A coisa rosa II Relatos do carnaval 2008: minhas andanças de carnaval Quinta-feira, primeiro dia de carnaval: Assisti pela TV (calma... vai melhorar.) Sexta-feira, segundo dia de carnaval: Minha mãe pediu para que eu comprasse mais linhas, pois ela está costurando um colcha para Yurika. Fui no centro, comprei as linhas, alguns cosméticos e paguei uma conta. A rua já parecia carnaval de tanta gente e agonia! Filas enormes nos caixas eletrônicos. Marquei com as foliãs Carlinha e Livinha para sairmos. Carlinha Lenda me traiu com uma desculpa esfarrapada, Livinha dormiu, cansada por ter saído nos Mascarados com o namorado. Assisti pela TV, retada da vida. (calma prometo que vai melhorar...) Sábado, terceiro dia de carnaval: Fui ao salão de beleza dar um trato no visual (aguardem novas fotos, quem sabe!). Seguir para a cada da mãe de Aurium, visto ter prometido isso desde ontem e já estava com saudades. Assistir pela TV! (ah! continua lendo, vai!!) Domingo, quarto dia de carnaval: Marcamos de sair com o nosso amigo/consumidor Théo. Aurium me fez andar do Itaigara até a Perine da Orla da Pituba. Bonzinho ele, né? Pegamos carona até a Pedra do Sal em Itapoã, em frente ao Hotel Catussaba. Lugar bem tranquilo, bonito e limpinho! Conhecemos uma galera legal e que tinha uma faixa etária mais elevada do que estamos acostumados e mesmo assim nos divertimos muito: nadamos, conversamos, corremos na areia, andamos (acho que até Stella rsrsr), fizemos uma dinâmica de medoXconfiança no grupo. Foi muito bom! Na volta, ainda passamos no Acarajé da Cira, mas ficamos com beiju (eu e Aurium), pois só comemos acarajé com pimenta e salada e esta última tinha terminado. Os demais tb estavam lá e a conversa continuou! Saímos correndo para não ficarmos com o carro preso lá, pois o Malé já estava quase no fim da ladeira da Lagoa do Abaeté. Cheguei morta em casa! (Aí.. foi legalzinho, né?) Segunda-feira, quinto dia de carnaval: Livinha me ligou e sair para o Campo Grande, para me encontrar com ela e Marcos, no mesmo bate-canal de todos os anos. A Mudança do Garcia entrou na frente do bloco Eva o que obrigou a banda tocar por mais ou menos 1 hora na entrada, para a nossa sorte. Afinal, o Saulo é tudo de bom!! Mas também terminada essa apresentação, voltei para ver Aurium. Terça-feira, sexto dia de carnaval: Estava quebrada, mas quando Livinha ligou, criei disposição e fui para o mesmo bate canal. Detalhe: só me encontrava com Livinha, com ela trazida por Ivete, antes disso estava só nos dois dias! Nesse dia fui até um pouco mais tarde, vimos Ivete e Chiclete voltar na casa de Itália, mas como estavamos cansadas e era o último dia, resolvemos ir para casa. (olha, eu prometi que ia melhorar, não que ia ser um supra-sumo. Sou nerd, não tenho preparo físico, tô ficando velha, estava sozinha, queria o que? rsrsrrs). Quarta-feira de Cinzas Ao contrário de Livinha, arrastão só pela TV. Como tinha deixado minhas coisas na casa da mãe de Aurium, acabei ficando trancada em casa, pois minha mãe saiu cedo para casa de minha irmã e eu estava toda pronta para ir para a casa de Carlinha, pois era o níver dela. Depois que minha mãe veio me salvar eu pude sair para ir para o churrasco (acreditam?). O papo foi muito bom e vi o enxoval que ela tá montando para o casamento. Se lembrar de maoires detalhes, posto separadamente. Escrito por Kinha! às 18h05 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Relatos do carnaval 2008: Colares de filho de Ghandi (parte dois) Eu estava sem o meu, mas Livinha como boa folião estava com o adorno dela e não deixou de sofrer com o cometário maldoso: "Beijou um Filho de Ghandi, heim?" Tadinha! Os colares são comuns e a gente comprar em qq esquina durante o carnaval, sabiam? Maldosos! Escrito por Kinha! às 17h57 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Uma manhã difícil: "O segurança" ou "Imã de Maluco" Era quinta-feira (quinta de cinzas), estava mais uma vez com aquela ameaça de dor de barriga e tinha que estar às 9h para dar uma capacitação em um consumidor, que ainda nem conhecia. Para piorar a situação: * Tinha deixado minha bolsa, cartão do banco e celular na casa da mãe de Aurium * Tinha esquecido o ponto de referência, tinha apenas a rua, número, bairro e telefone do local * Já falei da dorzinha de barriga, né? * Tentei ligar antes de sair mas ninguém atendia Meti as caras, decidi ir até o Iguatemi pegar outro ônibus, o cobrador me aconselhou descer na Madereira Brotas e pegar um "Stiep" da vida. Segui seu conselho e eis que a o mico começou a aparecer naquela manhã... Estou sentadinha, vendo vários ônibus passar, menos o meu e eis que desci de um buzu, um maluco, suado, gesticulando, falando alto e coisas do tipo. Ele até sentou do meu lado e ficou lá no discurso desconexo dele e eu tentando olhar para outro canto, mas sem dar as costas por completo, pois ele pudia ser agressivo. Após um tempo ele me deixou e vou gritar no ouvido de outro, o qual ele até abraçou... Pensei: "Ainda bem que não foi comigo!!" Como havia dito estava indo ver um consumidor e estava tentando estar apresentável e cheirozinha (Costumo dizer aqui na sede que nesses dias eu até tomo banho e lavo o cabelo de brincadeira). Não saciado, o maluco andou de um lado para outro e parou na minha frente, de novo. Dessa vez, não apenas falava de Deus, mas também que todas as mulheres eram dele e fazia movimentos pagodísticos! Então tive que sair de perto e me refugiei entre as demais pessoas. Logo depois ele foi embora para alívio de todos. Mas o ônibus ainda não tinha passado e pelo visto já devia está atrasada. Na agunia, reparei um rapaz me olhando. Depois o rapaz já estava sentado ao meu lado me encarando, mas eu fingia não ver e continuei super séria. Perguntei sobre o meu ônibus para um vendedor de doces, que para minha preocupação disse não o conhecer. Então o rapaz pergunta se ele poderia me ajudar. Pergunto sobre um ônibus para o Stiep e ele falou "São Cristovão", e eu vendo um ônibus se aproximar li sua bandeira perguntando "Parque São Cristovão?", "Sim", ele me responde. Levantei agradecendo e corro para o buzu! Pago minha passagem, aguardo todos passarem pela roleta e pergunto sobre a rua para o cobrador, que não soube me responder. Passo para a frente do ônibus para falar com o motorista e eis quem já estava lá? O rapaz do ponto! Pergunto para as pessoas ao redor e para o motorista e um senhor me indica onde descer. Quando desço do buzu, olho para os lados decidindo para onde seguir, eis quem estava parado me esperando? O rapaz do ponto e do ônibus. Começa a andança, porém com a companhia desconhecida que dentre outras coisas declara que: - tinha gostado de mim - tinha sentado ao meu lado só para me olhar - tinha pego o ônibus para me ajudar a achar o local - não trabalhava por ali, apenas estava realmente me seguindo Eu respondo: - que nos dias de hoje, toda essa situação pode assustar uma garota O rapaz do ponto, do ônibus e da busca declara: - que era segurança e que não iria me raptar, até poderia já ter feito se quizesse - e que achava que o local era para o lado de lá... Eu penso: - Eta Porra! Para onde esse cara tá me levando? Será que é para lá mesmo? Os números crescem e descressem, impossível achar! O rapaz do ponto, do ônibus e da busca que era segurança tem a idéia: - que pudiamos perguntar aos taxistas Eu: - Realmente é uma boa idéia! Enfim tive noção de onde seria, a rua se bifurcava, o que me atrapalhou. - E então que tipo de segurança você é? - Ah! Patrimonial?! Achei que fosse segurança pessoal (rsrsrs) 0 segurança: - Queria te conhecer Eu (voz seca): - Se seu interesse vai além de uma amizade, sinto mas tenho namorado. - Não estou falando para te despistar, realmente tenho namorado, estudou comigo, trabalha comigo! 0 segurança: - Vamos parar aqui para conversar? Eu (voz mais seca e quase nervosa): - Definitivamente sem condições, não tenho interesse, estou atrasada para o trabalho! Que porra que cara desses tem na cabeça?! Imagina ser vista em plena avenida movimentada tendo esse tipo de conversa?! Tinha que me livrar e não sabia mais o que fazer. Acho que perdi o jeito, outro tempo já o teria despachado! 0 segurança: Vai me dar seu telefone? Eu: - Não, até estou sem celular (o que não chegava a ser mentira). Ele ao menos tinha perguntado o meu nome e já queria o contato, figura! 0 segurança: - "Então me dá um beijo" e diante de minha cara de incrédula: "No rosto". Alguém me diz o que passou nessa minha cabeça que eu até o cumprimentei?? Acho que fiz para me livrar dele, mesmo morrendo de vergonha e de ser agarrada. Andei rápido para dentro do prédio olhando pelo canto do olho para ver se ele estava mesmo se afastando. A situação foi difícil. Não tinha para onde ir e eu nem consigo correr (rsrsr). Se parava para pedir informação, ele me aguardava e continuava me seguindo. Aquela tática de adiantar ou diminuir o passo também não tinha funcionado! Nessa brincadeira me atrasei 40 min. Mesmo sendo um local perto de casa e de ter saído com antecedência... Ao sair para ir para a sede da Colivre, olhei para os dois lados: vai que era um maníaco e estava lá me esperando (já vi um filme desse naipe em outra época da minha vida - deixa quieto!). Sou ou não sou um Imã de Maluco? O que vc faria, minha cara amiga ou amigo? Escrito por Kinha! às 17h09 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] |
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